Pomba Branca

Pomba brancaPomba branca,

Pomba da paz,

Pombo correio,

Pombos amaldiçoados,

Perseguidos, amados,

Desde a antiguidade presente

Na vida das gentes,

Felizes e perseguidos,

Em bandos por ai,

A catar o alimento que lhes jogam,

Nas cidades vivem feitos mendigos,

Não tem mais o instinto natural da sobrevivência,

Nas situações de grande comoção,

Soltam pombos brancos,

Retirados de onde?

Não se sabe,

Pobre pombo, perdido na multidão,

Cadê seu bando?

Sem nada entender, empoleira no local mais solitário,

 Onde se sinta protegido da multidão,

O povão a acreditar no milagre,

Que o pobre está tendo entendimento da situação,

Pobre pomba branca,

Está apenas desnorteada,

Sem saber de seu lar,

De seus pares,

De seus filhos,

Pobre humanidade,

Tão esperta e tão inocente,

Presa a simbologias sem sentido,

E o pobre pombo branco perdido.

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Sobre Nilza Rodrigues

Um ser em constante evolução, olhos no horizonte, cabeça nas estrelas, pé no chão, alguns empurrões ao abismo e venho fazendo a subida, ardua e longa, ainda me encontro enclausurada, mas chegará o dia que dele sairei gloriosa. Amante dos animais, natureza, humildes, grandes de alma, universo em evolução. Auto disciplina, estilo e humildade são meus caminhos na vida
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