Vejo coisas

Roubada

Roubada

Vejo coisas, que se me dissessem ver, outrora sucumbiria,

Vejo, vejo, vejo, não sei o que sinto,

Misto de surpresa, decepção, não sei

Roubada?

Talvez,

Aqueles foram meus,

Hoje é tudo tão estranho

Olho, vejo e não vejo, sinto e não sinto,

Tudo é estranho,

Poderia ser meu, mas não é

É de outra, são de outras,

Outras gentes, outras coisas,

Mas foram meus um dia,

O que há comigo,

Porque tudo me é roubado

São sensações estranhas,

Será que não mereço,

O que acontece comigo,

Não quero mais que aconteça assim,

Não sou pior que ninguém,

Porque me trocaram?

Tudo fiz e me ferrei,

Todos me trocaram,

Nenhum me quis,

Que coisa,

Que coisa maluca,

Mas é a realidade

É essa e assim tenho que encarar

Não tem outro jeito,

É assim e assim ficará,

Fazer o que…

Azar o deles. 

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Sobre Nilza Rodrigues

Um ser em constante evolução, olhos no horizonte, cabeça nas estrelas, pé no chão, alguns empurrões ao abismo e venho fazendo a subida, ardua e longa, ainda me encontro enclausurada, mas chegará o dia que dele sairei gloriosa. Amante dos animais, natureza, humildes, grandes de alma, universo em evolução. Auto disciplina, estilo e humildade são meus caminhos na vida
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